quinta-feira, 7 de junho de 2012


Todos os momentos com você são tão bons
O nosso abraço é gostoso e o beijo também
Quando a gente briga, cada uma vai para o seu canto
Mas sempre volta, pede desculpas e tudo volta
A gente se ama de um jeito tão natural
Ela é a minha chata, mais só eu posso chamar assim
Linda dos meus braços
Eu nunca consigo definir você, eu nunca sei o que te falar
Desde o inicio eu te queria 
Quando te vi a primeira vez, o modo carinhoso que me tratou 
Eu segurei tua mão e você me olhou 
Nunca mais tive vontade de soltar.

terça-feira, 17 de abril de 2012



Tô morando, trabalhando, estudando e amando. Esses são os quatro foles da minha vida, no momento, e sobre cada um deles eu teria milhares de páginas a preencher. Sei lá, menina, tá tudo tão legal — e um legal tão batalhado, um legal merecido, de costas e pernas doendo, mas coração tranquilo.

domingo, 18 de março de 2012


Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar.

 ... e em sonhos nos visse os dois ao mesmo tempo, sem compreender quem era a sombra de quem. E ao despertar, talvez só se lembrasse vagamente de ter sonhado com o desenho das ondas em preto-e-branco...
Principalmente, saudade daquilo que fui e, sei, não sou mais e nunca mais voltarei a ser. Mas logo afasto essas coisas da cabeça. Só trazem tristeza, reavivam coisas que eu não queria mais sentir. Essas lembranças passam pela minha cabeça sem se deter.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.